retomo a intervenção dos dedos – nós fantasmas sobre a ferida – a pulsação da nervura a ardência do real persigo a imprecisão de cada endereço tão baixo que nem escuto o rompimento de meus dentes e o choque da língua na espessura do banal esqueço a intervenção e retorno a uma casa diferente a cada vez modulo a voz conforme a extensão do enigma dirigido a mim mesmo no
futuro grão a grão nos azulejos da boca aberta e assombrada no tempo de água cristalina na